Polícia Civil prende acusados de crimes contra agências bancárias

As investigações se iniciaram há seis meses, onde foi possível rastrear e entender a logística da organização criminosa especializada na prática de crimes patrimoniais contra instituições financeiras no interior do Maranhão

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Ascom SSP
10/01/2019 17:50 atualizado em 10/01/2019 19:01

Na tarde desta quarta-feira, 09, a Polícia Civil, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais – Seic, em coletiva a imprensa local, esclareceu os resultados de uma Operação que prendeu uma quadrilha especializada em crimes patrimoniais contra instituições financeiras no estado do Maranhão.

A deflagração da operação iniciou-se na última terça-feira, 08, indo até a madrugada da quarta-feira, 09, nas cidades de Peritoró, Presidente Dutra e Maracaçumé, respectivamente. Onde os agentes obtiveram êxito nas prisões de Antônio Johan Morais da Silva, o “Gordinho”, 21 anos; Raimundo de Sousa Teixeira Filho, 32 anos; Francisco das Chagas da Silva Santana, o “Nego Francisco ou Babuíno, 28 anos e Jones Neres Silva, 21 anos.

A Operação, que foi coordenada pelo Departamento de Combate à Roubos a Instituições Financeiras – DCRIF (SEIC), conseguiu apreender duas espingardas cal. 12; um fuzil cal. 7.62; uma pistola .40 com brasão da Polícia Militar do Pará; munições de calibres 38; .40; .380; .5,56 e 7,62, além de grande quantidade de explosivos prontos para a detonação.

INVESTIGAÇÕES  

De acordo com o Superintendente da Seic, Delegado Carlos Alessandro, as investigações se iniciaram há seis meses, onde foi possível rastrear e entender a logística da organização criminosa especializada na prática de crimes patrimoniais contra instituições financeiras no interior do Maranhão.

A DINÂMICA DO BANDO FUNCIONAVA DA SEGUINTE FORMA:

Raimundo Filho armazenava as armas de fogo utilizadas pelo grupo. Já Gordinho transportava o armamento até os locais indicados pelo líder Nego Francisco, que é articulador e agenciador das ações criminosas. Enquanto que, José Neres estudava o local e possíveis rotas de fugas.

Vale ressaltar que Nego Francisco já responde a processos pelos crimes de homicídio, tentativa de homicídio e roubos, tendo sido identificado como coautor dos roubos praticados às agências bancárias da cidade de Buriticupu em agosto de 2018, São Luís Gonzaga em setembro de 2018 e Arame no mês de dezembro do ano passado.

A quadrilha foi autuada em flagrante delito pelos crimes de organização criminosa armada e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Por conseguinte, foram encaminhados ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde ficarão à disposição da Justiça.

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