Justiça decreta prisões preventivas de suspeitos da morte de Ivanildo

Ivanildo Paiva, prefeito de Davinópolis, foi assassinado no dia 11 de novembro de 2018

POLÍCIA Reprodução Justiça decreta prisões preventivas de suspeitos da morte de Ivanildo
Antonio Pinheiro

Antonio Pinheiro
10/01/2019 16:28 atualizado em 10/01/2019 19:51

A Justiça decretou no final da tarde de quarta-feira (09) as seis prisões preventivas das seis pessoas que ficaram presas acusadas de envolvimento no assassinato do prefeito de Davinópolis, Ivanildo Paiva. Os seis homens cumpriam prisões temporárias e foram transformadas em preventivas.

Eles são: Antonio José Messias, empresário acusado de ter pago os executores; Francisco de Assis Bezerra Soares, policial militar do Pará conhecido por Tita; Mecânico José Denilton Guimarães, conhecido por Boca Rica; Willame Nascimento Nascimento da Silva, sargento da PM Maranhão lotado em Grajaú; Douglas da Silva Barbosa, motorista de aplicativo; e o prefeito afastado que na época era vice de Ivanildo, José Rubem Firmo.   

Suspeitos presos. Foto: Montagem/André Almeida

O delegado responsável pelo inquérito, Praxisteles Martins, disse que a partir de agora vai ser concluído o inquérito e será remetido a Justiça. 

Na terça-feira e quinta-feira foram ouvidos o empresário Francisco de Assis Bezerra Soares e o prefeito afastado José Rubem Firmo, onde foram apresentadas novas provas. Segundo o delegado Praxisteles Martins, o intuito era ouvir deles a versão, mas os interrogados se limitaram a responder que não lembram e que não viram.

Praxisteles disse que as provas foram testemunhais, técnicas e que foram obtidas através de trabalho técnico-científico, além de provas documentais que foram encontradas durantes as buscas nos endereços dos investigados. Além disso, afirmou que foram provas que demostraram a participação cabal dos investigados. Agora a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa tem dez dias para concluir o inquérito e remeter a Justiça.

No início da investigações a polícia chegou a prender oitos acusados, mas por falta de provas contra dois acusados a Justiça colocou em liberdade Carlos Ramiro Ramos, conhecido por Leo, e Jean Dearlem dos Santos, o Jean Listrado. 

Instagram @correioma