Clube de Imperatriz realiza campanha 'Esqueça um Livro' neste domingo

Livros serão deixados em locais públicos por grupo de leitura para serem encontrados por outras pessoas

LITERATURA Hyana Reis Clube de Imperatriz realiza  campanha 'Esqueça um Livro' neste domingo
Hyana Reis

Hyana Reis
27/07/2019 10:00

Se encontrar um livro que parece ter sido esquecido por alguém, pode levar para ler em casa sem peso na consciência. Provavelmente ele terá sido esquecido de propósito pelo Clube do Livro de Imperatriz, que realiza neste domingo (28) em Imperatriz a 4ª edição da campanha “Esqueça um livro”.

Os membros do Clube do Livro de Imperatriz se encontram a partir das 16h na Praça da Cultura, onde devem percorrer pontos da cidade esquecendo livros. A ação, que é realizada pelo grupo desde 2016, faz parte de uma ação nacional, onde os adeptos deixam livros em locais públicos para serem "encontrados" por outras pessoas, que lerão e o "esquecerão" em um novo local. Os livros contém um bilhete explicando a campanha e o destino que a obra deve ter.

A ideia de realizar esta campanha surgiu após membros do clube acompanharem notícias sobre o movimento em outras cidades. “Pesquisando vimos que essa campanha acontece em vários lugares e resolvemos aderir como uma das nossas ações voltadas a incentivar o contato com a literatura”, explica a organização do Clube do Livro.

A ação é aberta ao público, e qualquer pessoa, com um livro em boas condições, pode participar da ação solidária. O clube pretende por meio desta iniciativa formar uma corrente e deste modo proporcionar que os livros cheguem às mãos de mais leitores.

Reunião de Julho

Clube do Livro promove reunião em Biblioteca Comunitária neste domingo
A reunião acontece também neste domingo (28) - Foto: Hyana Reis

Além de promover a campanha 'Esqueça um livro', o Clube do Livro de Imperatriz também realiza neste domingo (28) sua reunião do mês de julho. O grupo, que este mês teve como tema 'literatura maranhense', debate a obra 'Úrsula', de Maria Firmina dos Reis. 

A obra foi a primeira a ser publicada por uma mulher e por uma negra no Brasil, além de ser o primeiro livro no país com cunho antiescravista. O romance trata de uma trágica história de amor entre dois jovens: a pura e simples Úrsula e o nobre bacharel Tancredo.

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