10 clássicos para assistir no Natal

Para quem quer entrar ainda mais no clima natalino, estes clássicos do cinema são ideais para o feriado

FILME Reprodução 10 clássicos para assistir no Natal

Omelete
25/12/2018 08:00

O Natal chegou e existem alguns clássicos que fizeram história no cinema. Ao longo dos anos, foram produzidas comédias, dramas, animações e até um filme de ação que marcaram época e são adorados até os dias de hoje.

Confira 10 clássicos para comemorar o feriado:

A felicidade não se compra

O filme dirigido por Frank Capra foi lançado na década de 40 e até os dias de hoje ganha paródias, versões e é homenageado em séries. No longa, George Bailey está prestes a se matar quando é salvo por Clarence, um espírito que é candidato a anjo. Ao longo da história, Clarence mostra como Bailey é importante na vida de várias pessoas e o convence a dar mais uma chance para vida.

Simplesmente amor

Lançado em 2003, o longa até os dias de hoje conta com uma legião de fãs. A produção mostra nove histórias de amor interligadas de alguma maneira e todas se misturam em algum momento, com o clímax acontecendo na noite de natal. Dirigido por Richard Curtis, o longa conta com um elenco estrelar com Liam Neeson, Hugh Grant, Rowan Atkinson, Keira Knightley e Andrew Lincoln. Recentemente, o Google revelou que esse é o filme natalino com maior interesse nos últimos cinco anos.

Esqueceram de mim

O primeiro filme se passa em Chicago, onde uma família inteira planeja passar o Natal em Paris. Porém, em meio às confusões de viagem um dos filhos (Macaulay Culkin), com apenas 8 anos, é esquecido em casa. Assim, o garoto se vê obrigado a se virar sozinho e a defender a casa de dois ladrões – vividos por Joe Pesci e Daniel Stern. Além de transformar Culkin em uma estrela, o filme é tão querido que recentemente o ator recriou cenas do longa em um anúncio que foi elogiado por fãs.

Um duende em Nova York

Um duende em Nova York mostra o Pólo Norte em crise, pois o espírito natalino está diminuindo. Inconformado, o maior de todos os duendes (literalmente, já que ele tem 2 metros de altura), decide rumar até a civilização e tentar descobrir o que está errado. Porém, o ajudante do bom velhinho descobre que nunca foi um duende e que na verdade é um humano. Dividido, o ex-elfo decide salvar o Natal. E vai começar procurando pelo seu pai, um magnata da indústria editorial. O filme é um marco nos EUA, foi um sucesso na época e sedimentou Will Ferrell como uma estrela do cinema. Além disso, o filme arrecadou tanto dinheiro na bilheteria que o diretor Jon Favreau entrou na mira da Marvel - que decidiu lhe dar a oportunidade de dirigir seu primeiro grande projeto: Homem de Ferro. Quer dizer, se não fosse Um Duende em Nova York é possível que o Universo Marvel fosse bem diferente.

Duro de Matar

O longa original foi lançado em 1988 e gerou mais cinco sequências, sendo a última, Duro de Matar: Um Bom Dia para Morrer, de 2013. Porém, nenhuma das sequências superou o clássico que transformou Bruce Willis em uma estrela. O filme conta com humor, ação e, também, natal. Ele é tão icônico que constantemente é homenageado em séries como Brooklyn Nine-Nine, Friends The Office. Sempre há uma discussão se esse é um filme natalino ou não (Willis acha que não) e a Fox recentemente lançou um trailer onde transforma o longa em uma comédia de fim de ano.

Férias frustadas de Natal

O terceiro filme da franquia é tão bom – ou melhor – que os dois primeiros. O longa contou com roteiro de ninguém menos que John Hughes – que esteve por trás de Clube dos Cinco Curtindo a Vida Adoidado. O longa mostra como a problemática família funciona e, mais uma vez, Chevy Chase é a alma da produção e diverte com os surtos de Clark Griswold.

Meu papai é Noel

Um publicitário acidentalmente mata o Papai Noel e, sem ter escolha, acaba assumindo o lugar do Bom Velhinho. Um dos maiores destaques do longa estrelado por Tim Allen é a transformação do protagonista no Papai Noel – ele começa a ganhar peso, barba e os cabelos começam a ficar brancos. O filme foi um sucesso na década de 90 e ganhou mais duas sequências que não conseguiram repetir a magia do primeiro.

O Grinch

O Dr. Seuss é um dos maiores escritores infantis dos EUA e seus livros são relevantes até os dias de hoje no país. Até os anos 2000, ninguém havia tentado criar uma versão live-action de seu trabalho e foi nessa época que começaram a fazer O Grinch. Para protagonizar chamaram ninguém menos que Jim Carrey que, mesmo cheio de maquiagem, conseguiu fazer suas caretas e marcou a infância de diversas pessoas ao redor do mundo em uma comédia divertida e tocante.

Conto de Natal

A obra de Charles Dickens conta com milhares de versões que vão desde as mais sombrias até animações divertidas. É praticamente impossível escolher a melhor e nesta lista vamos citar algumas como a versão de 1951 (considerada por muitos a melhor de todas), estrelada por Alastair Sim e consegue equilibrar o humor e o drama ao longo da produção; Os Fantasmas Contra-Atacam, comédia com Bill Murray que leva o conto para os anos 80; o especial da televisão de 1999 estrelado por Patrick Stewart que rendeu ao ator uma indicação ao Emmy; além de versões animadas do Mickey, outra do Pernalonga, dos Flinststones... um clássico que sempre será adaptado.

O estranho mundo de Jack

A mistura entre Halloween e Natal teve origem em um poema escrito por Tim Burton em 1982 e apesar de muitos acreditarem que o cineasta é o responsável pela direção, na verdade ele contou com Henry Selick na cadeira do diretor. No longa, Jack é um ser cansado de Halloween Town. Um dia, ele acaba em Christmas Town e acha ela fascinante e, apesar de não entender completamente o espírito, ele tenta criar sua própria versão do natal. Um clássico, a animação em stop-motion segue interessante até os dias de hoje.

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