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O Brasil no caos e a natureza sob colapso

O Brasil até pouco tempo atrás era motivo de orgulho internacional, principalmente pelo vigor da economia e pela boa conservação do meio ambiente, servindo, inclusive, de exemplo para outros países emergentes. Porém, após sucessiva troca de governos perdeu totalmente o rumo, tanto da economia quanto na gestão do meio ambiente.  De acordo com os índices econômicos recentes, são apresentados apenas dados negativos ou pouco relevante, não demonstrando nenhuma perspectiva de recuperação a curto prazo - apenas aludindo para a possibilidade que, no final do terceiro ano do mandato do atual governo, o Brasil poderá, quiçá, ter uma sensível recuperação.

            Talvez, a parte mais evidenciada desse processo seja as altas taxas de desempregos, mantendo-se no mesmo ritmo desde o governo Temer e sem apresentar nenhuma recuperação – apenas aumentando as filas quilométricas de desemprego, fazendo com que população seja humilhada nessas fileiras barganhando um salário mínimo irrisório. Com vistas a buscar uma solução para aquecer a economia, o governo lança diversas estratégias paliativas, por exemplo, como a Reforma da Previdência, alegando que essa reforma aprovada funcionaria positivamente sob dois aspectos: 1) primeiramente, salvaria o Brasil de um rombo previdenciário históricos; e, 2) por outro lado, aqueceria a economia com a volta do emprego, uma vez que segundo porta-vozes desobrigaria empresários dos encargos previdenciários.

            Objetivamente tal política afetaria o povo da seguinte maneira: neste momento, 1) direito de menos para os trabalhadores e mais tempo de trabalho;  a fim de num futuro distante, 2) possuírem empregos e haver melhor remuneração. Em síntese, através de promessas especulativas apostam que poderá ocorrer, talvez, um futuro melhor em face dessa acenada reforma previdenciária. Porém, devemos realçar que a tal reforma não implicará em mudanças previdenciária para todas as classes, pois algumas parcelas do poder público continuariam com seus proventos robustos e manteriam ainda o mesmo regime previdenciário. Portanto, sobrando ao povo mais humilde pagar essa fatura final, via promessa que no futuro o Brasil economizará mais recursos a partir da contribuição da própria classe trabalhador. Contudo, devemos evidenciar que o problema do Brasil é real, atual e presente, pois a fome clama e grita, logo, não podendo esperar nas soluções de um porvir futuro com uma aludida reforma que vai implicar em mais tempo de contribuição, justamente, os trabalhadores mais necessitados.

Ainda, não podemos esquecer e apontar para o colapso no campo, principalmente, pelo uso extensivo do solo e do meio ambiente pelas grandes corporações do agronegócio, que invadem terras provocando grilagem, melhor dito, agindo com uma força desmedida do capital com intuito de destruir tudo e todos. Torna-se objeto de destaque, tanto na mídia nacional quanto internacional, as queimadas e a destruição do ecossistema, principalmente pelas ações criminosas dos madeireiros e dos garimpeiros, fazendo com que o campo torna-se uma terra sem lei e ardendo em chamas.

            Completando esse cenário macabro ainda é objeto de escândalo a invasão das terras indígenas pelos garimpeiros – causando conflitos, mortes e expulsão dos indígenas do seu espaço natural. Como se não bastasse todo o desemprego nas cidades, ainda ocorre a expulsão dos campesinos e dos índios das suas terras, sobrando para essa parcela da população apenas a fuga para as grandes cidades – mas, para que? Apenas para aumentar o contingente de desempregados, despojados da terra e do capital, vindo a alargar a faixa de pobreza e aumentando o colapso do país: pobre povo brasileiro continuamente empobrecido!

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